oe

termino com ele com esta nota, um dia ou dois do seu fim. foi duro, quebrou todas as rotinas. basicamente para ele estar bem significa que várias outras ficam assim assim. acaba-se e sente-se que o motor ainda está acelerado. foi a onda embora. felizmente foi bem surfada, mas deu muito trabalho.

black keys

ontem vi black keys. foi a primeira vez que os vi ou ouvi com a atenção. fui parar lá por causa do jota e do joe bonamassa. era a minha vez de comprar ingressos. gostei do que vi. muita energia musical. todo o pessoal no pavilhão atlântico estava a curtir bué. as músicas pareceram-me muito parecidas, mas isso era bom. os black keys são dois tipos: um na bateria e outro na guitarra e a assumir os vocais junto. impressionante a desenvoltura: cantar bem – a sentir a cena – e a palhetar a guitarra com riffs brutais. não sei como fazia tudo ao mesmo tempo, até coçava a cara e mexia no cabelo. e o detalhe do microfone não funcionar na primeira música marca para sempre a memória do concerto. só posso agradecer o incidente. ao lado deste só o falhanço total de som no fim do concerto da adriana calcanhoto. sim, falo a sério. a fase onde só estavam mesmo os dois (sem os músicos que andavam pelas sombras, abandonados à sua sorte, adornando a música mas não o espaço – salvo quando alguém se lembrava de mandar para lá um foco) foi brutal. pronto, agora nunca mais ouço black keys de novo.

o irmão lúcia escreveu muito bem sobre o concerto. disse tudo. está aqui.

o blitz disse isso aqui.

e umas fotos.

fim de semana: bola e feijoada

depois do futebol queria era descansar, após sermos arrasados futebolisticamente. mas não tive sorte. calhou-me adquirir as 4 cachaças, os 4 vinhos tintos, os 2 vinhos brancos, os 4 quilos de arroz e os 4 litros de gelo. a feijoada estava boa, mas o melhor foi regressar a estes convívios associativos e de amizade. foi mesmo muito especial o esquema, o ambiente, a atmosfera. acho que agora não parará mais.