fim de semana: bola e feijoada

depois do futebol queria era descansar, após sermos arrasados futebolisticamente. mas não tive sorte. calhou-me adquirir as 4 cachaças, os 4 vinhos tintos, os 2 vinhos brancos, os 4 quilos de arroz e os 4 litros de gelo. a feijoada estava boa, mas o melhor foi regressar a estes convívios associativos e de amizade. foi mesmo muito especial o esquema, o ambiente, a atmosfera. acho que agora não parará mais.

e gana e chama

hoje foi um dia importante. de definições. enquanto a coligação governamental afunda-se, há projetos que se renovam e que crescem. há o nome, há nomes, há nome. comemos spaghetti à bolonhesa e falamos. bebemos vinho terras d’el rei. e o gato andava por ali com uma coleira para não alargar o fungo. vamos ver como vai ser. nada é fácil. mas agora há uma cereja no bolo e é mesmo mais ou menos assim, em sentido positivo. eu estou como quero. para mim foi ótimo ter percebido – e isso foi na sexta, vendo graveola e o lixo polifônico – que era assim que ia ser. é bom ver a força da novidade e até as portas que abre uma certa esperança inocente. isso eu já não teria para oferecer – e é o que falta.

enquadramento

a expectativa que gera, por quererem enquadrar. e por não saberem o que vai surgir. quando falei, tudo tão quieto a ouvir. ser uma carta fora dos naipes é uma delícia de um certo ponto de vista. mas respeito os naipes, acho que fazem sentido. aprecio coletivos. fique claro isso.