o grande peixe

e ontem que eu queria ir ao eclipse, fui confrontado com o grande peixe na televisão. belo filme. poético. nunca tinha visto. mais vale um grande peixe na mão do que qualquer análise demasiado fria da realidade. ai, a realidade! se existe é tão aquilo que se quer fazer dela.

lembrei tanto do catching the big fish, livro de david lynch, decepcionante para alguns, mas que tem várias considerações sobre como pode haver desperdício da realidade – e da criatividade – quando se envereda por interpretações sistematicamente negativas de tudo.

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o cavalo de turim


A semana passada vi o cavalo de turim.
A rural farmer is forced to confront the mortality of his faithful horse, é uma síntese possível. É um filme difícil de comentar. No entanto, depois que se sai da sala ele vai ficando cada vez melhor e as peças se vão juntando. Para mim, pelo menos, está funcionando assim.

histórias bonitas

ontem vi um filme lindo. chama-se “a invenção de hugo”. é de scorcese. daqueles filmes bons e que enchem o coração. ouvi a história de uma pessoa que já não vê filmes tristes. e tem motivos para não querer se intoxicar com mais nada. mais ou menos vou adotando a máxima – mas nem sempre consigo, porque me interesso por alguns temas. certo é que hoje não quis ir ver le havre, que parece ser muito bom, porque percebi que a história metia uma imigrante irregular. não é por mal, mas já bastam todos os lugares onde intervenho. conheço esta realidade a fundo. sobre o hugo, até gostei do 3D. só não gostei que fosse tão caro.