juventude

e ali estava ela, já neste mundo. ouviu understood project ainda no útero. tem olhos enormes. o vô dela tem livros que não acabam e é sempre um privilégio vê-lo e dar-lhe o abraço que ele merece. domingo foi dia de brique e o menor da família tornou os caminhos totalmente incoerentes. seguíamos o rasto dele e é justo termos esta perspectiva, tão nova.

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up 2: capítulo i em são joão

ontem os PEx ou os primeiros understoods (ou seja, em versão “música a multiplicar por 2”) reuniram-se e tocaram em são joão. foram duas horas de pouca cerveja (!) mas muita inspiração. compusemos uma música e tudo! aliás foi este o verdadeiro tudo que fizemos. a música naturalmente crescerá ou decrescerá em elementos e adornos. a novidade é ter-se chegado ao fim numa música que tem diversas fases. andavamos em tempos de músicas com menos fases, se posso simplificar assim: como sonic (esta tocada nos up x 4), campolide, derniere fois.

o ensaio de ontem tinha a seguinte sugestão de trabalhos: vamos fazer algo com menos efeitos, como flyin, como os primeiros tempos. veio esta. não tem título ainda. há tempo para ter um nome (e não será este o próprio nome?). e como é bom tocar com um tipo que saca de um momento para o outro uma escala que me pareceu pogues ou outra coisa qualquer lá da irlanda.

up 2013

ontem à noite os understood retomaram ensaios. iniciamos 2013. foi um ensaio intenso, apesar das músicas terem sido tocadas de forma mais improvisada e relaxada. eu tinha muitas saudades de tocar. para este ano o meu desejo são 6 a 10 novos originais que sejam bons como o set que já temos. não é tarefa fácil – mas também não é impossível. aliás, iniciamos 2013 com duas músicas em carteira, a progredir.

pequena história de um barco

chama-se pequena história de um barco. conta-se em 3 minutos e pouco. tem 3 rotinas e depois uma ligeira quebra. gosto dela. e gosto ainda mais desta primeira versão, com vários erros. nunca mais será assim, tão espontânea e tão ansiosa por chegar ao fim. é a minha prenda de natal, que chegou de forma completa há 5 minutos.

a “pauta” de bells

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hoje, em arrumações, me deparei com a primeira “pauta” de bells – uma das nossas músicas mais queridas. a estrutura já foi um pouco mudada nos understood em versão 4 elementos, mas os riffs estão todos lá.
em 26 de abril de 2010 escrevi assim:
Há duas semanas compusemos uma música que nos deixou em euforia. E deixa sempre que a tocamos. Seria bom se fosse sempre assim, aliás. Esta é a pauta!, que neste momento está pousada sobre um amplificador. Sim, ela é bem menos poética do que uma daquelas pautas todas feitas sob medida, com montes de linhas, bolinhas e claves. E é/está toda riscada, porque era preciso botar rápido no papel – o mais rápido possível – para recomeçar a tocar. Gosto dela toda riscada, diga-se.